Sai do Acesso Antecipado direto para 4 plataformas de uma vez
RuneScape: Dragonwilds, o spin-off de sobrevivência e crafting derivado do MMO clássico da Jagex, chegou à versão 1.0 em 15 de setembro de 2026 — encerrando um período de Acesso Antecipado (quando um jogo já é vendido incompleto, ainda em desenvolvimento, para quem topa experimentar e ajudar a moldar o produto final antes do lançamento oficial, algo como comprar um apartamento na planta) que já tinha rendido mais de 1 milhão de cópias vendidas desde abril de 2025.
A grande novidade da versão 1.0 não é só sair do rótulo de “incompleto” — é a estreia simultânea em PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2, além de PC via Steam, Epic Games Store e Jagex Launcher. É a primeira vez que qualquer jogo com o nome RuneScape aparece em um console de mesa desde a estreia da franquia, em 2001.
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Plataformas | PC, PS5, Xbox Series X|S, Switch 2 |
| Preço (Steam) | R$ 114,99 |
| Crossplay | Sim, entre todas as plataformas |
| Assinaturas | Dia 1 no Game Pass e PS Plus Extra |
Início do Acesso Antecipado apenas em PC, via Steam.
Jogo ultrapassa 1 milhão de cópias vendidas ainda incompleto, e ganha localização em português brasileiro.
Lançamento da versão 1.0, simultâneo em PC e consoles, com o raide “Scorned Wilderness” e equipamentos de Runita.
O que muda na versão 1.0: raide nova, crossplay e assinaturas
O lançamento 1.0 trouxe também a raide “Scorned Wilderness” e equipamentos novos da categoria Runita, além de crossplay completo — o recurso que permite jogadores em plataformas diferentes (PC, PS5, Xbox, Switch 2) entrarem na mesma partida, sem precisar que todo o grupo tenha o mesmo aparelho. Quem assina Xbox Game Pass ou PlayStation Plus Extra já encontra o jogo incluído no catálogo desde o primeiro dia, sem custo adicional além da assinatura.
Dragonwilds é mais um nome relevante a chegar day one no Nintendo Switch 2. Se você está pensando em migrar ou ainda não decidiu se vale o upgrade, vale conferir nossa análise sobre o console um ano depois do lançamento.
Recepção mista: bom no coletivo, punitivo sozinho
As primeiras notas da versão 1.0 mostram uma recepção mais morna do que estrondosa: 7/10 da GamingBible, 6,5/10 da IGN Benelux e 70/100 da Gfinity. O elogio mais recorrente é o sistema de magia e a construção de bases, descrito como viciante; a crítica mais repetida é a agressividade dos inimigos e uma barra de stamina considerada curta demais, o que torna a experiência bem mais dura para quem joga sozinho do que em grupo.
”Elevado por um sistema de magia viciante e gratificante” — Game8
Mais de uma review bateu na mesma tecla: o “loop” principal do jogo — explorar, construir, lutar, evoluir — funciona bem melhor em grupo. Jogando sozinho, a dificuldade dos inimigos somada à stamina limitada deixa a experiência bem mais desgastante.
Vale lembrar que Dragonwilds não é o único jogo de sobrevivência a “virar produto completo” recentemente — o próprio Valheim saiu do Acesso Antecipado há poucos dias, depois de cinco anos no mesmo rótulo. A diferença é que Dragonwilds chega ao 1.0 herdando a base de jogadores e a força de marca de um MMO com 25 anos de história por trás — algo que poucos concorrentes do gênero sobrevivência conseguem replicar.
Se você já tem um grupo de amigos disposto a encarar sobrevivência e crafting juntos, Dragonwilds entrega um sistema de magia e construção de base genuinamente elogiados, além de crossplay completo entre PC e todos os consoles atuais — e já sai incluído se você assina Game Pass ou PS Plus Extra, então nem precisa comprar para experimentar.
Se o plano é jogar sozinho, vale ir com expectativa ajustada: a dificuldade dos inimigos e a stamina curta são reclamações consistentes entre quem já testou a versão 1.0 — considere experimentar via assinatura antes de decidir se compra a versão avulsa por R$ 114,99.
Fontes: Jagex (comunicado oficial) · MassivelyOP · Notebookcheck · Game8 · GamingBible · Arkade · GameHall · Keysforsteam.com.br